20/09/2018

Serás sempre o grande motivo para voltar...


Hoje, seis meses depois, no dia do teu aniversário.


Às vezes gosto de imaginar que somos só as duas. Que não há agenda super ocupada, que não há incompatibilidade de horário, que não há jantares para fazer, que não há obrigações e noites sem dormir. Que amanhã vamos partir sem destino marcado (brincadeirinha, será sempre o mesmo. O nosso) e que voltamos quando nos apetecer.
Sei que vamos voltar a ter tudo isto. Sei que faz parte da missão que escolhemos.
E é em alturas como esta que realizamos - mais uma vez - a sorte que temos em quem está ao nosso lado. Em quem suporta os nossos sonhos, em quem nos dá confiança e abrigo, em quem aceita, respeita e apoia todas as decisões que tomamos, sem reclamar nada para si, em quem, neste caso, nos ajudou a construir asas para voar. Tenho sorte. MUITA.

Hoje é só mais um dia no calendário. Mas é mais um dia em que posso agradecer a minha sorte. Por ser maior do que tu (faz de conta) e saber que vou sempre caber no teu colo.

PARABÉNS MELHOR PARTE DE MIM.
Gosto muito de ti.
E também te amo.

PS - É inacreditável não termos grandes registos das duas. Mas, como em várias situações, a ausência de fotografias, mostra a vida dos acontecimentos.


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29/03/2018

destes dias #7


Este blog tem estado em modo standby. Tanto quanto a vida que lhe dá escrita. Um standby planeado, após largar o conforto, muito mais na vida que lhe dá escrita do que propriamente nas publicações no blog.
Hoje sentei-me de novo ao computador, fiz uma espécie de resumo do caminho, de tudo o que escrevi aqui, das memórias registadas, e tive vontade de voltar.

Porque mais cedo ou mais tarde todos os pontos se ligam. Porque continuo a gostar muito deste cantinho.

Em janeiro mudei tudo. Fi-lo antes, bem antes disso, mas foi em janeiro que tudo se concretizou. Mudei tudo, para que as ideias que empreendo se aproximem cada vez mais do sítio onde quero chegar. Firme ao meu propósito, à minha identidade, à minha essência, coerente e consistente, parei tudo. A vida, a rotina, a agenda, os dias, a lufa-lufa, o trânsito que todos os dias me consumia. Pus em prática os exercícios de equilíbrio, horas e horas de sono, dias leves e sem obrigações, os filmes e as séries que tinha perdido, os livros que queria ler. Numa troca de vida justa.

Hoje acredito que há algo mágico na mudança. Uma paciência que me é exigida e que estou a trabalhar. Uma renovação de votos, pessoais, profissionais e desta parte de mim.
Hoje a prova de superação são os desafios e o nervoso miudinho que sinto. E esta fé inabalável, porque existiu um dia em que decidi que isto que faço não seria só o meu trabalho.
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01/03/2018

every day is a fresh start


"(...) a coragem para arriscar fazer o que mais queremos é afinal tudo o que precisamos para sermos felizes. O dia-a-dia ensinou-me que a felicidade vem das tais coisas simples de que não nos privamos. Se nos permitirmos fazer as coisas só porque sim. Ou porque nos apetece - e porque, afinal, não há nenhum bom motivo para não as fazermos - o mais provável é que amanhã acordemos mais felizes. Pelo simples facto de termos ousado desbravar mais um caminho. Mesmo que não seja o certo (ou o que os outros chamam de certo)."

março | 1
A desbravar caminhos. Mesmo que sejam os certos.
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14/02/2018

happy valentine's day

Em pleno dia dos namorados, uma entrevista interessante (e extensa) do psicólogo clínico Eduardo Sá, a propósito do livro "Quem Nunca Morreu de Amor". Andamos stressados, resignados, desligados do amor, quando na verdade não há nada na vida por que valha mais a pena lutar, diz, e avisa:

Devia ser proibido casar com o primeiro namorado.


O que é isto de se morrer de amor?
É algo que já aconteceu a todas as pessoas que amam, e eu acho isso bonito. Significa que vivem as relações com o coração desabotoado – coisa que não acontece com toda a gente, e seguramente não todos os dias. Por outro lado, tem implícita a noção de que precisamos intensamente de alguém que traga contraditório à nossa vida para termos um sentido para crescer. Portanto, quando alguém se separa de nós, mesmo que o faça em português suave dizendo «Vamos dar um tempo», é claro que não ficamos só de coração partido. Morremos um bocadinho.

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12/02/2018

HYGGE | O segredo dinamarquês para ser feliz


Simplicidade, conforto, boa comida, gratidão, mantas, bebidas quentes. Hygge. Como podemos aplicar este conceito dinamarquês ao nosso próprio estilo de vida? As respostas são dadas neste livro, leve, simples e muito bonito, pelo presidente do Happiness Research Institute.

O livro já foi traduzido e editado em português no início do ano passado, tendo estado em destaque nas livrarias durante muito tempo e nas conversas de muitas pessoas. Recebi-o com um sorriso neste aniversário, porque é precisamente um tipo de conteúdo com o qual me identifico. E depois de o ler, num ápice, não podia deixar de partilhar e mostrar um bocadinho deste universo hygge.
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02/02/2018

31 | Moinhos de Ovil


"Please take a moment to appreciate the fact that you are so alive right now. You are breathing. Your heart is beating. Blood is coursing through your veins. You are so undeniably beautiful in this moment, which can never be replicated. So undeniably you."

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27/01/2018

31


Tem alegria, tristeza, primeiras vezes e segundas oportunidades, ballet, natação e sábados de manhã na sala com espelhos. Tantas letras como números, malas feitas prontas a viver, livros devorados, música, Europa, África, América e Ásia e muito globo para cumprir. Tem noites na praia e manhãs na cama, comida na mesa, família e amigos, casa, paz. Tem saúde, sorte e amor. Tem momentos felizes, sorriso no rosto (sempre), discernimento, pragmatismo e uma vida com magia. Tem paixões, desamores, fins e recomeços, amigos longe, pessoas bonitas de todos os dias, escola pública e faculdade, Aveiro-casa, Porto-capricho, Rio-maravilha, engenharia civil e gestão de eventos, nada menos do que quis ser. 
Aos que foram, aos que estão (estarão sempre) e aos que estão por chegar, por tudo de errado já feito e tudo de certo a fazer: tão e somente OBRIGADA.

Trinta e um de mundo. Muito amor, pouco medo.
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