12/12/2017

NYC Diaries | Day 3


Soho, Little Italy, Lower East Side, Chinatown, Brooklyn, Dumbo 

Se tivesse de eleger um dia favorito em New York era este sem dúvida.


Com um 'café americano' e um bagel cheese na mão (um clássico nas nossas manhãs em NY), usamos pela primeira vez o metro em New York e, posso dizer, foi uma aventura. Até percebermos a dinâmica da compra de bilhetes, das linhas e da simbologia. Seguimos até St. Prince, no Soho (espero não estar a escrever uma asneira, mas eu acho que voltamos à superfície já no Soho). O Soho (junção de South e Houston) é o bairro de Manhattan com maior número de galerias de arte, lojas, antiquários e restaurantes, e é, por tal, uma delícia um passeio por lá. Continuamos por Little Italy, Nolita e a visita a alguns dos ex-libris gastronómicos de New York: La Esquina, Balthazar, Ferrara, DiPalo's, que descreverei no #guiaprometido.

O Dirty French, referido aqui, presenteou-me (sim, apenas mim, porque o mano prefere sempre algo mais nutritivo e com menos açúcar) com a melhor panqueca de sempre, que me deu energia para a confusão de Chinatown.
Chinatown é uma das maiores comunidades asiáticas fora da Ásia e é um mundo completamente à parte, onde até as placas com o nome das ruas estão escritas em chinês. Aqui encontra-se tudo o que são lojas com marcas.....falsificadas. Ainda murmurei qualquer coisa como "quero uma mala / quero uma Chanel / quero....", mas - rapidamente - o tom de voz intransigente que ouvi de volta, fez-me perceber que se calhar era melhor não arriscar ser servida em chop suey nessa noite por causa de uma mala (falsificada ahah).
Deixamos para trás a confusão e seguimos em direção à Brooklyn Bridge (TOP TOP TOP). As palavras serão sempre insuficientes para descrever o que aquela ponte, aquele quadro, aquelas nuvens cobriam Manhattan de magia, aquele vai-e-vem de pessoas, em trabalho, em lazer, a pé ou de bicicleta, me fizeram sentir.
Foram quase dois quilómetros, pela ponte suspensa mais antiga dos Estados Unidos, com muitas fotografias e o privilégio de ter um fotógrafo profissional (obrigada Nasr Jackson). Descemos até Brooklyn, e como a caminhada tinha sido considerável, e eu estou constantemente com fominha, decidimos pegar uma pizza (há várias pizzarias ali junto ao final da ponte, algumas com uma fila de espera de horas) e sentarmos no deck fabuloso que existe junto ao rio. As fotografias falam por si e é sempre tão maior a minha convicção que as pequenas coisas são as melhores (pizza, picnic, horas de conversa e gratidão, muita gratidão).
Reforcei a doçura do momento com um gelado a caminho do Dumbo, onde iríamos apanhar o metro para voltar a Manhattan. A estação mais próxima estava em obras, resmunguice por termos de procurar outra mais distante e eis quando as nuvens desaparecem, o sol brilha intensamente, a temperatura sobe. Naquele preciso momento, sentimos que era inevitável o regresso novamente a pé (sabe bem Deus como estavam os cansados os pés, mas há coisinhas que aproveitamos na hora ou não se repetem mais).
Vimos o pôr do sol ainda na ponte e foi quase como se fosse a primeira vez que ali passava. Mágico.
Acabamos o dia a beber mojito (ele) e copo de vinho tinto (eu, sempre) no Félix (Soho), num ambiente muito bom, descontraído e divertido. Regressamos de metro de regresso a Times Square e "picamos" na City Kitchen






























 
































SHARE:
© serendipity. All rights reserved.