15/01/2018

tão isto #6


"Nisto do tempo, por vezes é mais importante saber acabar do que começar, e mais vital suspender do que continuar. O exercício de interromper um trabalho para passar ao repouso não nos é fácil. Isso implica, não raro, um exercício de desprendimento e de verdade. Aceitar que não atingimos todos os objectivos a que nos tínhamos proposto. Aceitar que aquilo a que chegámos é ainda uma versão provisória, inacabada, cheia de imperfeições. Aceitar porventura que amanhã teremos de recomeçar do zero e pela enésima vez." 

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