02/02/2018

31 | Moinhos de Ovil


"Please take a moment to appreciate the fact that you are so alive right now. You are breathing. Your heart is beating. Blood is coursing through your veins. You are so undeniably beautiful in this moment, which can never be replicated. So undeniably you."

Os Moinhos de Ovil são um lugar de aconchego, de boas energias, de pequenos-almoços preguiçosos e de muita luz, de sossego, de mantas e de velas, de conforto, de conversas sérias, de jogos tradicionais, de dança e de música, de charme e de vida lenta (...onde se perde a dimensão do tempo). 
Os Moinhos são perfeição. A decoração é moderna, rústica e tão romântica. Simples e funcional. Tudo é preparado com enorme carinho pela Eduarda, onde o sonho começa, e tudo se conjuga harmosiosamente, entre as casas caiadas, a simplicidade, a natureza em estado puro, os detalhes e o bom gosto.
Sobre os Moinhos já muito se escreveu, o que não será de estranhar, porque despertam curiosidade e estão envolvidos por um conceito que transpõe os alojamentos locais, as casas de campo ou o tradicional "check-in a partir das 14h, check-out até às 12h" e várias informações podem ser encontradas aquiaqui e aqui. Mas o que vale mesmo, mesmo a pena, é um dia terem o privilégio de conhecer a Eduarda. A Eduarda é um doce, um coração bom, um espírito audaz e carregadinho de energia e tem uns olhos de pessoa bonita e um orgulho imenso em nos receber em casa, aparentemente pessoas desconhecidas (só aparentemente).

Diria que os Moinhos são o sonho da Eduarda, onde esta nos deixa entrar e de onde nunca mais queremos sair. Diria também que dar as boas-vindas aos meus 31 (what? 31?) foi um grandioso serendipity. Um segredo pouco guardado, mas de um privilégio imenso. 

Celebramos os meus 31 e fomos felizes, somos sempre, mas às vezes... ainda somos mais. Deslumbramo-nos com cada pormenor que encontramos, com o ginásio (priceless...), com o SPA, a horta, a praia privativa e a tasca do pescador. Inspiramos a paz daquele lugar, do rio que corre aos nossos pés, da imensa vegetação verde intenso, da frescura e das cascatas. Brincamos na casa da árvore e tiramos muitas fotografias, mesmo que estas nunca retratem o que por lá se sente.

Tenho alguma bagagem de mundo, muitos países-e-hotéis-paixão, uma imensa bucketlist e poderia ter escolhido uma semana nas Maldivas para celebrar mais um aniversário, mas nada, mesmo nada, se assemelha aos Moinhos de Ovil, à simplicidade e ao amor que ambiciono aos trinta e um. As expectativas colocadas neste namoro de longa data foram completamente superadas e a prova que sou uma moleira cheia de irmãozinhos-moleiros são as pedrinhas escritas que ficam na sala, sinais de vida e de passagem, de felicidade e de gratidão. 




 












 














 

 










OBRIGADA Eduarda.
Prometo voltar no verão. E ficar na varanda horas a fio, deitar-me na cama de rede e fazer churrascos cá fora. Ahhh e namorar muito no barco "Amor". 
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